Neste domingo, 8 de fevereiro, os eleitores portugueses enfrentarão a segunda volta das eleições presidenciais de 2026, onde António José Seguro e André Ventura disputarão a preferência popular. A campanha eleitoral foi intensamente marcada pelos estragos causados pela tempestade Kristin, que afetou diversas regiões do país. Enquanto a votação foi adiada em três concelhos – Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã – devido às condições climáticas adversas, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) garante que a maioria dos locais de votação permanecem inalterados, embora orientem os eleitores a confirmarem seus locais de votação no dia das eleições.
Em meio aos danos causados pela tempestade, Ventura levantou a hipótese de um adiamento geral das eleições, mas a CNE refutou essa possibilidade, explicando que tal decisão só poderia ser tomada sob circunstâncias extraordinárias e que colocassem em risco a segurança dos eleitores. Enquanto isso, os presidentes das câmaras municipais têm o poder de adiar a votação em locais específicos, desde que justificado por situações concretas, como a falta de segurança ou acesso às seções eleitorais.
A tragédia provocada por Kristin e as inundações subsequentes impactaram significativamente a mobilização dos candidatos, que adotaram posturas distintas em relação à crise. Enquanto Seguro evitou críticas ao governo e concentrava suas ações em apoiar a recuperação das áreas afetadas, Ventura foi mais incisivo em suas críticas, especialmente ao Executivo de Montenegro. O governo, por sua vez, estendeu a situação de calamidade até 15 de fevereiro e anunciou diversas medidas para ajudar as vítimas, mostrando o quanto o contexto atual é desafiador para a condução das eleições.
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