Em 2021, Portugal enfrentou um cenário preocupante com cerca de 1,8 milhões de pessoas, equivalentes a 17,0% da população residente, vivendo em áreas declaradas em situação de calamidade. Esses 68 municípios não apenas abrigavam uma parte significativa da população, mas também concentravam 19,0% dos alojamentos do país, refletindo a vulnerabilidade dessas regiões.
Avançando para 2024, os dados mostram que esses municípios continuaram a desempenhar um papel crucial na economia portuguesa, representando 15,8% das empresas não financeiras do país. Essa concentração industrial e comercial destaca a importância dessas áreas para a dinâmica econômica nacional, mesmo em meio a desafios sociais e ambientais.
Em 2025, a magnitude da contribuição desses municípios se evidenciou ainda mais, com a responsabilidade por 15,2% das exportações nacionais de bens. Este contexto reforça a necessidade urgente de políticas que abordem as questões de calamidade e desenvolvam esses municípios, garantindo не apenas a recuperação, mas também a sustentabilidade a longo prazo das comunidades que ali habitam. A situação gera um debate sobre a importância de investimentos em infraestrutura, apoio às empresas locais e estratégias para mitigação de riscos futuros.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





